sexta-feira, 23 de abril de 2010

Nosso Brasil


Só o Brasil, pelo Mundo é o “País do Futuro, mas não futuristico”, “Terra dos Contrastes e Mesclado”, “Nação da Cordialidade”, “O País Pacifico”, “Um País discriminado pela História”, “Sedã em 2ª marcha", “Pátria do Evangelho e Coração do Mundo”, “Novo Celeiro do Mundo, não só de grãos”. “País dos Trabalhadores Suados”, “País dos Sindicatos e Greves”, “Muitas indústrias e empregados”, “O Pulmão do Mundo, mas não de tabaco”, “Um país rico, não só de minerais”, “O país tropicaliente”, “Muito verde, não só no jardim”, “O País de Novas Oportunidades”, “As pequenas e médias associações e empresas”, “Pessoas simples, mas batalhadoras”, “Um solo rico e bem plantado”, “Muita coisa estranha, e polêmica”, “Os caciques eleitorais, e as denúncias eleitorais”, “O comércio popular e negócios paralelos”, “O Pluralismo com divergências”, “A nova fé brasileira, com centros espiritas”, “Os caciques eleitorais e os correligionários”, “A arquitetura colonial preservada”, “Um continente dentro de outro continente”, “Os canaviais e cafezais, a vista da rede ferroviária”, “As torcidas se inflamam”, “O País do Protesto, com manifestantes e PM”, “Muita disparidade e controvérsia”, “Um País Liberal, mas não libertino”, “As moreninhas e as baianinhas”, “Falam Errado, mas se Entendem!!”, “Soltam o verbo, mesmo sem subjuntivo”, “O país da piada pronta, da chacota, e do O Ti Ti Ti”, “As fofocas, e os rumores”, “As pichações estupidas e os grafites decorativos”, “As rodovias, as estradinhas, e riozinhos”; O interior com ruas de terra batida e o litoral com ruas de areia, “Se anda a pé, ou de ônibus velhos, ou de carro importado”, “Gente mirrada, desajeitada, mas de coração”, “A mulher caseira, do fogão ao tanque”, “Muitas casas rústicas, mas que guardam lembranças dentro”, “Só há pouco tempo, a elite se preocupa com os mais necessitados”.
Made in Brazil. O brasileiro é um grande inventor, à sua moda: inventou o moderno carnaval e o trio elétrico, o futevôlei e o frescobol, a caipirinha e o vatapá, o pé-de-moleque e a rapadura, o bumba-meu-boi e o saci-pererê, as Farroupilhas e os Canudos, Macunaíma e a Opera do Malandro, O Abaporu e o Manifesto Antropófago, Sampa e a Paulicéia Desvairada, o Mário de Andrade e o Oswald de Andrade. Na música genuinamente brasileira destaca-se a Tropicália e a Bossa Nova, o Plebe Rude e os Heróis da Resitência, o Titãs e o Ira, o Kleiton & Kledir, o 14 bis e o Boca Livre, Dalto & Biafra, as bandas Beijo & Cheiro de Amor, Pixinguinha & Altamiro Carrilho, Isaurinha Garcia & Emilinha Borba, Adoniran Barbosa & Demônios da Garoa, Chico Buarque & MPB-4, Maria Bethânia & Gal Costa, Beth Carvalho & Clara Nunes, Carmem Miranda e a Emilinha Borba, Ivete Sangalo & Daniela Mercury, Fagner & Zé Ramalho, Inezita Barroso & Sérgio Reis, Pixinguinha & Gonzaguinha, o rock rural de Sá, Rodrix & Guarabyra, Roberto Carlos & Erasmo Carlos, o Samba-rock e o Samba-reggae, “Meu ursinho Blau Blau” e “Vem Fazer Glu Glu”, o Harmony Cats e The Fevers, as músicas-temas do Esporte Espetacular – anos 80 (o esporte eclético brasileiro, música não falada!!), e de Ayrton Senna – anos 90 (o esportista especializado, música não falada, tb!!), as músicas Fuscão Preto e Simca Chambord, “Pedacinhos” e “Cheia de Charme”, “Vamos Dançar Mambolê" e "Transas e Caretas", “O Nosso Amor a Gente Inventa” e o “O Amor Vem Pra Cada Um”, “Ele está para chegar”, e “Nuvem Passageira”, “Daquilo que eu sei”, “Agora eu sei”, “Com todos menos comigo” (Dominó), Porque (Floribella), “É preciso sabe viver” (Titãs), “Nosso Lindo Balão Azul”, “Aquarela do Brasil” e “Brasileirinho”, “Tico-Tico no Fubá” e “Trem das Onze”, “Somos Amigos” & “Superfantástico” (do Balão Mágico), os notórios maestros do séc. XX, como Carlos Gomes, Villa Lobos, Claudio Santoro, Camargo Guarnieri, e Jayme Amatnecks.
Quanto a miscelâneas o Balão Mágico e o Trem da Alegria, Chico Bento e o Níquel Náusea, o Viva o Gordo e Chico Anysio Show, o Bambalalão e o Castelo Rá-Tim-Bum, O Menino Arco-Íris e O Menino da Porteira, Gugu & “Silvio Santos vem aí!!”, a Família Trapo e os Trapalhões, o Xou da Xuxa e o Zeca-Hora, Vereda Tropical e Feijão Maravilha, o Patropi, o Velho Guerreiro e o Nerso da Capitinga, as paquitas e chacretes, as angeliquetes e as paniquetes; a Mara Maravilha e a Floribella, os irônicos macaco Simão e o jumento Celestino, o Programa Livre e o Canal Livre, o Reporter Eco e o Roda-Viva, os CEUs e as AMAs, o Brizolão, o Minhocão, o Sucatão e e o Cirandão, “ao vencedor as batatas” e “tupi or not tupi?”, o “Plunct, Plact, Zuuum”, a “Partimpim” e o “Pirlimpimpim”; o “bah tchê” e “ó chent”, o novo quarteto o Sesinho, Zequinha, o Senninha & o Zé Gotinha, Salvador da Pátria e o Pagador de Promessas, “Que país é este?” e “O Brasil não é um país sério!”, o Raimundo e o Silva, o Xapecó e o Tucuruí, o Gurgel X-12 Tocantins e o Embraer EMB-121 Xingu, o Parque Nacional do Itatiaia e o Parque Nacional da Tijuca, o Complexo do Pantanal e o Complexo Anhanguera, Parque Abrolhos e o Fernão de Noronha, Itaquera e Sapopemba, o Borba Gato e o Raposo Tavares, a Tieta do Agreste e a Iara do Solimões, o coleirinha e o curió, a anta e a capivara e o lobo guará, o pintado, o tambaqui e o garoupa, o ipê-amarelo, a paineira e a samambaia, açaí e cajá, o cuscuz e a feijoada, o cafezinho e a caipirinha, a canjica e a pamonha, o jiló e a goiabada, o acarajé e o pajé, o Velho Chico e o Tiête, a Xuxa e o chuchu, Carga Pesada e o caminhoneiro, o álcool-combustível e a maria-gasolina; a goiabada e a balaiada, o imigrante e o retirante, a amazona e a zona, a capoeira e a zoeira, a bola-de-gude e o pião, o carrinho de rolimã e o futebol de botão, o Agreste e a Zona Leste, o síndico e o cínico, a brasília e a variant, o fiado e o chiado, a garra e a gambiarra, o timão e o mengão, o chimarrão e o baião, o pagode e o bode, ou seja, tudo ligado à cultura tupiniquim e ao nosso modo de vida.


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